Conheça a QuadraImob: nova imobiliária de Brasília e parceira do portal

Há 30 anos no mercado imobiliário, Leonel Alves e o sócio Rogério Oliveira fundaram, no final de 2018, a QuadraImob. E, hoje, a empresa é uma das parceiras do Portal DF Imóveis.

A decisão foi tomada após a Lopes Brasil decidir não dar mais continuidade na parceria comercial com a Lopes Royal em Brasília. “Por termos bastante experiência e bons relacionamentos, resolvemos prosseguir no negócio com a QuadraImob, que entendemos bem”, conta Leonel.

Uma das propostas da imobiliária é apresentar uma nova forma de oferecer boas soluções imobiliárias para os consumidores. Assim, a empresa conta com uma equipe de 140 corretores associados, mais de 20 construtoras, uma selecionada seção de imóveis para revenda e, ainda, com uma área de Inteligência de Mercado. Com isso, Alves afirma: “A QuadraImob já nasce como a maior imobiliária do DF”.

Mercado imobiliário em Brasília

Segundo Leonel, Brasília é um dos melhores mercados imobiliários do país. Por quê? A capital concentra a maior renda per capita e um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), com cerca de 0,824. Além disso, a concentração de trabalhadores no serviço público garante estabilidade financeira, logo, a taxa de inadimplência na região é quase inexistente.

“Brasília é um dos melhores mercados do País”, diz Leonel Alves. O diretor também fala sobre as perspectivas para o setor em 2019, diante da recente abertura da QuadraImob: “Vejo de forma positiva o ano de 2019, as pessoas voltaram a acreditar no país, existe uma onda de otimismo muito grande. As empresas locais já começaram a desenvolver novos negócios”.

Além do mais, Alves conta sobre o aumento da confiança do consumidor nos últimos meses com a transição do governo.

A taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), por exemplo, chegou a 6,5%, e influencia consideravelmente a busca dos brasileiros por sua casa própria novamente. “O investidor que deixava seu dinheiro aplicado também está migrando para o mercado imobiliário por enxergar uma valorização e segurança”, conta Leonel.

Ademais, o diretor comenta “Acredito que haverá pouca interferência política que possa atrapalhar o mercado imobiliário”, e acrescenta, “ Estes novos governos (local e federal) têm credibilidade junto à população e é pouco provável que haja algum revés em curto prazo”.

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Oferta de imóveis

O diretor também conta que o estoque existente nas mãos das construtoras não passam das 3.400 unidades. Leonel comenta: “É um saldo para apenas um ano de duração, haja vista um consumo mensal na ordem de 250 unidades, insuficiente para atender a demanda” – tendo em vista que Brasília possui mais de 3 milhões de habitantes.

No entanto, as empresas têm conhecimento dessa falta de imóveis e muitas já vêm se preparando para o reaquecimento do setor, com um próximo círculo virtuoso que acontecerá.

Com isso, a expectativa é de aumento de produtos na construção civil. Em 2018, o DF contabilizou 15 lançamentos imobiliários e, para 2019, são esperados mais 25 novos empreendimentos.

Morar em Vicente Pires é bom?

Saiba como é morar em Vicente Pires e conheça mais sobre a região.

Conhecida como Vicente Pires, a 30º Região Administrativa foi em 26 de maio de 2009, por meio da Lei nº 4.327. No ano anterior, Vicente Pires já havia se desmembrado de Taguatinga e passou a ter administração própria. E, assim, tornou-se região administrativa.

A região cresceu consideravelmente em decorrência do processo de expansão urbana, que aconteceu em todo o DF anos atrás. E, aliada ao déficit habitacional, surgiu a especulação imobiliária, por conta do surgimento de condomínios e residências horizontais na região.

O nome de Vicente Pires à Região Administrativa é atribuído à Colônia Agrícola Vicente Pires, que recebeu diversas famílias transferidas para a região que se dedicariam à produção hortifrutigranjeira tais como hortaliças, leite de cabra e de boi, flores e frutas diversas, além de leguminosas e cereais. A abundância de água e terra fértil favorecia a implantação de colônias agrícolas.

A região que compreende o Vicente Pires é composta pelo Setor Habitacional Vicente Pires, Setor Habitacional Samambaia, Setor Habitacional São José e o Setor Habitacional Cana-do-Reino.

O que você irá ver neste texto

  • Caracterização da População Urbana
  • Migração
  • Características dos Domicílios
  • Tempo de Moradia
  • Instrução e Trabalho
  • Renda Familiar e Renda Per Capita
  • Educação
  • Transporte
  • Saúde
  • Segurança
  • Cultura e Lazer

Caracterização da População Urbana

Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios – PDAD, realizada em 2015, a RA XXX possui 72.879 habitantes, sendo 50,42% mulheres e 49,58% homens.

A maior parte da população possui entre 40 e 59 anos (29,73%) e, em seguida, o grupo dos que possuem de 25 a 39 anos representa 20,62% da população. Em relação ao estado civil dos moradores, 56,39% são casados ou estão em união estável.


Migração

Os três estados com maior predominância de imigrantes em  Vicente Pires são: Minas Gerais (24,22%), Goiás (19,87%) e Bahia (10,26%).  No entanto, ao analisar a migração por regiões, o Nordeste possui a maior representatividade, com 40,89%.

E o principal motivo da mudança foi acompanhar parentes (66,04%), seguido pela procura de trabalho (24,42%).


Características dos Domicílios

A RA XXX possui 20.247 domicílios urbanos e, considerando o número de habitantes (72.879), a média de moradores por domicílio é de 3,60.

São 19.943 casas e 76 apartamentos. Já no Portal DF Imóveis, estão disponíveis 704 imóveis para venda e 38 para aluguel. Confira!


Tempo de Moradia

Em relação ao tempo de moradia, a maior parte da população mora no Vicente Pires entre 10 e 14 anos (27,25%). E, ainda, 77,61% da população morou anteriormente em outra RA.


Instrução e Trabalho

O índice de instrução da população é médio. A taxa de alfabetização chega aos 99,27%, e 25% dos moradores possuem Ensino Superior Completo. Em seguida, os moradores que possuem Ensino Fundamental Incompleto representam 18,78%.

Com relação ao trabalho, 47,48% possui atividade remunerada. Enquanto isso, 0,62% não possuem atividade e 16% são aposentados. Além disso, 30,11% dos que possuem atividade remunerada atuam no Comércio.


Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda familiar média da RA XXX é de R$ 9.257,00, enquanto a renda per capita média alcança o valor de R$ 2.757,51.


Educação

A educação de Vicente Pires possui 3 Escolas Classes. Além disso, a região conta com um colégio particular da rede Alub e o Colégio Liceu, por exemplo.


Transporte

A maior parte da população utiliza o automóvel para se locomover até o trabalho (71,20%). Enquanto isso, 14,28% utiliza transporte público (ônibus e metrô). E, apesar de não possuir estações de metrô, a RA possui 11 linhas de ônibus disponíveis.


Saúde

Além da Unidade Básica de Saúde, a região conta, por exemplo, com o centro clínico Human-Med, a rede de laboratórios Exame e Centro Médico Hospitalar Padre Pio.


Segurança

Na área da segurança, a RA acomoda o 17º  Batalhão da Polícia Militar e a 38º Delegacia de Polícia.


Cultura e Lazer

Próximo à Taguatinga, os moradores de Vicente Pires podem aproveitar as opções que o Taguaparque oferece, com 89 hectares, pista de cooper, ciclovia, quadras esportivas, playground, churrasqueiras e um ginásio coberto.

Referências:

Conheça 3 dos principais shoppings de Brasília

Quando o assunto é comércio, gastronomia e entretenimento, Brasília oferece várias opções.

Entre os principais programas dos moradores, sem dúvidas, um passeio no shopping é essencial durante o fim de semana. Com isso, o Portal DF Imóveis selecionou 3 shoppings de Brasília para você saber tudo o que a capital tem para te oferecer.

E se você chegou há pouco tempo na cidade, aqui está mais dicas para conhecer tudo – além de pensar no local ideal para morar.

ParkShopping Brasília

O shopping fica na 10º Região Administrativa do Distrito Federal, o Guará – no Setor de Áreas Sudoeste Isoladas. Inaugurado em 8 de novembro de 1983, o ParkShopping foi, então, o segundo shopping a chegar na capital.

Hoje, o local possui as salas de cinemas Kinoplex e o Espaço Gourmet, com os principais restaurantes da cidade, como Pecorino, Barbacoa e Le Vin; Pecorino, Barbacoa e Le Vin; além dos que estão por todo o shopping – Abbraccio, Dom Francisco, Outback, Madero, entre outros.

Além disso, há uma praça de alimentação, com várias outras opções de alimentação, contando com as principais redes de fast food. E as lojas não são diferentes, existem alternativas para todas as idades, estilos e valores.

No âmbito do lazer, além do cinema, o shopping conta com:

  • Hot Zone;
  • Park Club;
  • Park Bowling;
  • Sniper.

E, por fim, o ParkShopping Brasília possui uma unidade da academia Unique. E, próximo aos empreendimentos imobiliários do Park Sul, o shopping se torna uma opção completa para os moradores.

Iguatemi Brasília

Já a rede de shopping centers Iguatemi chegou na capital no ano de 2010. Localizado na 18º Região Administrativa do Distrito Federal, o Lago Norte, o Iguatemi se tornou um dos shoppings mais conhecidos e prestigiados da capital.

Assim como o ParkShopping, o Iguatemi também conta com restaurantes prestigiados em Brasília, entre eles: Abbraccio, Divino Fogão, Gero, Outback e Pobre Juan.

Além disso, as principais lojas, conhecidas mundialmente, estão presente no shopping salas de cinema da rede Cinemark.

E, durante as férias, até o dia 24 de fevereiro, as crianças podem aproveitar o Space Ball – espaço com escorregadores, tobogãs e piscina de bolinhas; e conferir a programação teatral que acontece em todos os domingos do mês.

Taguatinga Shopping

Por fim, outro shopping bastante popular em Brasília, sem dúvidas, é o Taguatinga Shopping. Localizado em um dos principais centros comerciais da 3º Região Administrativa do Distrito Federal.

As áreas de lazer do shopping contam com o Magic Games, salas de cinema Cinemark e o Elite Airsoft. Além disso, as opções de lojas são extensas, são mais de 170 opções em 29 categorias – vestuário masculino, feminino e infantil, serviços, alimentação, lazer e muito mais.

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Morar em Sobradinho é bom?

Saiba como é morar em Sobradinho e conheça mais sobre a região.

Por meio da Lei nº 4.545, de 10 de dezembro de 196, foi criada a 5º Região Administrativa do Distrito Federal, o Sobradinho. E, através do Decreto nº 11.921, foram fixados os limites da região.

No entanto, Sobradinho foi fundado em 13 de maio de 1960. O local foi destinado ao abrigo da população que vivia nos acampamentos de empreiteiras localizadas na Vila Amauri, no Bananal e nas invasões próximas à Vila Planalto, que foram inundadas pelas águas do Lago Paranoá. Os funcionários da Novacap e do Banco do Brasil que vieram para a implantação da Nova Capital também foram morar na região.

Ainda nos anos 60, cerca de 30 famílias, todos os dias, eram transferidas para a cidade. No final de 1960, o local contava com mais de 8 mil família. E, mais tarde, a área reunia também moradores que compraram lotes regularizados.

O que você irá ver neste texto


Caracterização da População Urbana

Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios – PDAD, realizada em 2015, a RA V possui 68.551 habitantes, sendo 54,55% mulheres e 45,45% homens.

A maior parte da população possui entre 40 e 59 anos (25,71%) e, em seguida, o grupo dos que possuem de 25 a 39 anos representa 23,40% da população. Em relação ao estado civil dos moradores, 57,53% são casados ou estão em união estável.


Migração

Mesmo com o grande fluxo migratório durante a construção da Capital, o número de imigrantes é menor do que os de nascidos na região, representando 47,19%. O estado mais representativo na região é Minas Gerais.

Dentre os motivos da mudança, 58,40% do imigrantes vieram acompanhar parentes. Já 23,75% chegou à procura de trabalho, seguido dos que chegaram na região pela transferência de trabalho.


Características dos Domicílios

A RA V possui 20.909 domicílios urbanos e, considerando o número de habitantes (68.551), a média de moradores por domicílio é de 3,28.

São 15.771 casas e 4.749 apartamentos. Já no Portal DF Imóveis, estão disponíveis 642 imóveis para venda e 54 para aluguel. Confira!


Tempo de Moradia

A maior parte dos moradores de Sobradinho moram há 25 ou mais na região (45,19%). E, ainda, 22,66% da população morou anteriormente em outra RA.


Instrução e Trabalho

O Índice de Desenvolvimento Humano na 5º região administrativa é considerado muito elevado, com 0,837, sendo o 10º maior IDH do Distrito Federal. A taxa de alfabetização chega aos 98,17%.

A maior parte da população possui Ensino Fundamental Incompleto (29,26%) e Ensino Médio Completo (23,36%). Contudo, 72,68% da população não estuda. Dentre os que estudam, 17,78% estuda em instituições públicas, e 9,46% em escolas particulares.

Em relação ao trabalho, 44,90% possui atividade remunerada. Enquanto isso, 15,81% dos habitantes são aposentados e 1,65% não possui atividade remunerada. Além disso, 33,54% trabalha no Comércio.


Renda Familiar e  Renda Per Capita

A renda familiar média da RA XVI é de R$ 5.586,77, enquanto a renda per capita média alcança o valor de R$ 1.775,79.


Educação

A região conta com 4 Centros de Educação Infantil, 4 Centros de Ensino Fundamental, 1 Centro de Ensino Médio, 3 Centros Educacionais, 12 Escolas Classes e 1 Centro Interescolar de Línguas.


Transporte

Apesar de não possuir estações de metrô, a RA possui cerca de 53 linhas de ônibus disponíveis. Além do mais, 46,86% utilizam ônibus para se locomover, enquanto 24,47% utilizam automóvel.


Saúde

Além do Hospital Regional de Sobradinho, a região possui 3 Centros de Saúde, 1 Clínica da Família, 1 Unidade de Pronto Atendimento, 2 Centros de Atenção Psicossocial e 6 Unidades Básicas de Saúde.


Segurança

Em Sobradinho, há o 13º e a 35º Delegacia de Polícia, além da Delegacia Regional do Trabalho.


Cultura e Lazer

As trilhas presentes na região são um grande atrativo. Uma delas, a Rebas, possui 29 km e, ainda, conta com um acesso para cicloturismo.

E, ainda, o Centro de Tradições Populares, o Centro de Desenvolvimento Social, a Galeria de Arte Vincent Van Gogh e o Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo compõem a extensão cultural de Sobradinho.

Referências:

Conheça o projeto da nova ponte do Lago Norte

Saiba mais sobre o projeto da Nova Saída Norte e a 4º ponte do Lago Paranoá, que está em discussão desde 2011.

Em discussão desde 2011, o projeto de construção da Nova Saída Norte está previsto no Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal – PDTU/DF, pela Lei Distrital nº 4.566/11. Assim, o eixo viário visa dividir e aliviar o tráfego da Ponte do Bragueto, da BR -020, do Eixo Rodoviário Norte e das Vias L2 e L4 Norte.

O projeto da ponte foi realizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com a colaboração de Carlos Magalhães e Fernando Andrade. E, junto ao projeto, está mencionada a construção de 23 obras de arte especiais, como viadutos, pontes e túneis.

Dentro da proposta de aumentar a parceria público-privadas, também defendida pelo Governador do Distrito Federal, Ibaneis pretende agilizar o andamento das PPP’s e, consequentemente, dar sequência aos projetos de desenvolvimento do Distrito Federal.

Como funciona?

Estão previstos no projeto da Nova Saída Norte:

  • 2 pontes que atravessam o Lago Norte;
  • 2 vias exclusivas para ônibus;
  • 3 faixas para automóveis (por sentido);
  • 1 faixa para ciclovia (por sentido);
  • Viadutos;
  • Trincheiras.

Ao todo serão 16,5 km de ampliação, desde a L4 Norte, saindo da Universidade de Brasília (UnB), e seguindo até o Lago Norte. Após chegar ao Lago Norte, a ponte chega ao Taquari, que faz parte da primeira fase de implantação do projeto. Além disso, a 4º ponte do Lago Paranoá também fará a ligação entre o Plano Piloto e Sobradinho.

Expectativas

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal – Terracap cita algumas das expectativas, como:

  • Melhorar as condições de mobilidade e contribuir para o desenvolvimento econômico e qualidade de vida da população;
  • Impulsionar o desenvolvimento local.
  • Implantar faixas exclusivas para o BRT e ciclovias, nos dois sentidos;
  • Estar de acordo com as exigências de sustentabilidade da região;
  • Ter ganhos ambientais e de saúde, considerando a redução da emissão de poluentes com o projeto;
  • Qualificar a integração entre o Plano Piloto e outras Regiões Administrativas – Lago Norte, Itapoã, Paranoá, Varjão, Sobradinho e Planaltina.

Desenvolvimento Imobiliário

Com isso, visando o desenvolvimento local, o Governo do Distrito Federal se torna responsável pela implantação da primeira etapa do projeto. A proposta é promover o desenvolvimento imobiliário do Setor Taquari 2.

Assim, serão construídos domicílios para cerca de 94 mil pessoas e, ainda, áreas comerciais e de serviços, gerando 8 mil empregos por ano na fase de implantação.

Confira o vídeo abaixo, feito pelo GDF, e entenda mais sobre o projeto:

Referências:

Como utilizar quadros na decoração

Saiba como usar quadros na decoração com as dicas que o blog do Portal DF Imóveis separou para você.

Decorar um imóvel é um dos principais passos para transformá-lo em seu lar. E, para fazer as escolhas certas, é preciso pesquisar bastante sobre cada assunto para entender melhor e até mesmo, economizar comprando o que é necessário. Assim, um dos elementos que dão o toque final no ambiente são os quadros.

E não pense que para ter quadros em casa é preciso ser um amante da arte, pelo contrário, a escolha certa vai além disso. Você optar por quadros que goste, de algum artista de sua preferência, por exemplo. Mas, para deixá-lo notável e, ao mesmo tempo, estar em harmonia com o seu lar, é importante seguir algumas dicas para reservar um espaço especial para ele – ou escolher o quadro especial.

Pense no equilíbrio

Como dito acima, o quadro é um elemento que dá o toque final na decoração. Com isso, pense nele como um recurso para equilibrar o ambiente. Por exemplo, se o cômodo e os móveis são retos e planos, talvez um quadro com moldura circular, ou até mesmo com uma pintura que tenha mais movimentos, equilibre o local.

Defina o seu estilo

Minimalista, mais colorida, mais rústica…sua casa, certamente, segue uma referência de estilo. Assim, nada mais válido do que considerar as referências na hora de escolher os quadros.

O diferente também pode combinar

Liberte-se da ideia de que tudo precisa estar combinando para dar certo. É importante entender o seu estilo? Sim. Porém, mesmo que você siga esse raciocínio, esteja livre para ousar na decoração. Afinal, esse é o grande toque final do ambiente.

Não sobrecarregue o ambiente

O equilíbrio é importante na decoração, e quando se trata de cozinha e banheiro, o assunto se torna mais importante ainda. E sim, você pode usá-los em todos os ambientes da casa! Mas não exagere. Pense no conforto e na harmonia, não vai adiantar gastar com um quadro enorme que vai tomar todo o espaço da parede do banheiro. Já optar por 2 quadros pequenos, por exemplo, pode ser o ideal para o espaço.

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Morar no Lago Sul é bom?

Saiba como é morar no Lago Sul e conheça mais sobre a região.

O Lago Sul, conhecido também como a 16º Região Administrativa do Distrito Federal, foi criada em 10 de janeiro de 1994, pela Lei nº 643/94 e regulamentada pelo Decreto nº 15.515/94. O núcleo urbano surgiu com a construção de residências destinadas aos diretores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital – Novacap. Já o nome da região, deriva de sua posição geográfica, que fica à margem sul do Lago Paranoá.

A região administrativa se divide entre os Setores de Habitação Individual Sul, com as quadras do lago (QL) e quadras internas (QI), Mansões Urbanas Dom Bosco e Estaleiros, Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, Base Aérea de Brasília e o Campo Experimental Água Limpa da Universidade de Brasília, além dos condomínios que surgiram ao longo dos últimos anos.

Além disso, o Lago Sul se interliga ao Plano Piloto por meio das pontes Costa e Silva e das Garças – com saída para a Asa Sul; e, ainda, pela Ponte JK, com saída para a Asa Norte – e um dos principais cartões-postais da Capital.

A localização da região é uma das diversas características que garantem a qualidade de vida de quem mora no Lago Sul. Além da proximidade com o Plano Piloto, a região abriga o Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek.

Com isso, a RA XVI possui o IDH considerado muito elevado, de 0,955. O resultado é decorrente de toda a estrutura que o Lago Sul oferece aos moradores, com opções de educação, saúde e lazer, por exemplo.

O que você irá ver neste Texto


Caracterização da População Urbana

Segundo a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), realizada em 2016, o Lago Sul possui 29.346 habitantes. Deste número, 51,68% representa as mulheres, e 48,32% os homens.

A maior parte da população possui 65 anos ou mais (26,58%). Em seguida, o grupo dos que possuem entre 40 e 59 anos representam 28,66% da população. Além do mais, 57,53% dos moradores são casados ou estão em união estável. Já 31,99% representa a parcela dos solteiros da região.


Migração

Os imigrantes na região representam 65,65% da população, e o estado de origem da maioria é Minas Gerais. Dentre os motivos de mudança, o principal é acompanhar parentes (58,40%), seguido pela procura de trabalho, que representa 23,75%.


Características dos Domicílios

O Lago Sul possui cerca de 9.491 domicílios urbanos e, considerando o número de habitantes (29.346), a média de moradores por domicílio é de 3,09. São 9.377 casas e 38 apartamentos presentes na região.

No Portal DF Imóveis, estão disponíveis 666 casas e apartamentos à venda e 164 para alugar. Conheça.


Tempo de Moradia

A maior parte dos habitantes da RA XVI mora na região há 25 ou mais (32,81%). E, ainda, 71,09% da população morou anteriormente outra RA.


Instrução e Trabalho

O índice de instrução no Lago Sul é alto – como mencionado anteriormente, o IDH da região chega aos 0,955. A taxa de alfabetização chega aos 99,81%, e 58,10% da população possui Ensino Superior Completo.

No entanto, 83,12% dos habitantes não estudam. Dentre os que estudam, 12,03% frequenta escolas particulares, enquanto 4,85% estão em escolas públicas.

Em relação ao trabalho, 46,49% possuem atividade remunerada, 27,27% são aposentados e 11,25%, estudantes. Além disso, 22,46% dos trabalhadores atuam no setor de Administração Pública Federal.


Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda familiar média da RA XVI é de R$ 23.591,00, enquanto a renda per capita alcança o valor de R$ 8.117,53.


Educação

O Lago Sul conta com 1 Centro Educacional da rede pública de ensino. Além disso, instituições como o Mackenzie, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Maria Imaculada, Escola das Nações, Sigma e Lycée Français François Mitterrand estão localizados na região.


Transporte

A região não possui estações de metrô. No entanto, há 14 linhas de ônibus disponíveis. Contudo, 90,41% da população utiliza automóvel para ir ao trabalho e, apenas 1,29% utiliza ônibus.


Saúde

Em relação à saúde, a RA XVI possui 1 Centro de Saúde da rede pública. Além disso, a região conta com o Hospital Brasília, Daher, Sírio Libanês e o Instituto de Cirurgia do Lago.


Segurança

Estão presentes no Lago Sul o 11º Grupamento de Bombeiros Militar, a 10º Delegacia de Polícia e o Batalhão Rio Branco, ambos na QI 11.


Cultura e Lazer

Um dos principais pontos turísticos da cidade, a Ermida Dom Bosco, está localizada no Lago Sul. Além disso, a região abriga o Jardim Botânico de Brasília e o Pontão do Lago Sul, que reúne diversos restaurantes, como o Bierfass, Fausto e Manoel, Soho e Mormaii.

A diversidade gastronômica da região também conta com restaurantes e bares como o Mangai, Coco Bambu, Dom Francisco, Na 15 e The Room.

Já na área da cultura, um dos principais locais para levar a família e os amigos é o Centro Cultural Banco do Brasil. O local conta com programações para todas as idades, desde brincadeiras e atividades culturais a grandes exposições que chegam na capital.

E claro, nas margens do Lago Paranoá é possível praticar diversas atividades, como o Stand Up Paddle e Windsurf, por exemplo; as atividades estão disponíveis no clube Katanka, localizado Clube das Nações.

Referências:

Transporte no DF, mobilidade urbana e trânsito: entenda a rotina da capital federal

Trânsito, transporte e mobilidade urbana no DF

Quando se trata de trânsito, mobilidade urbana e transporte no DF, a rotina dos motoristas, passageiros e pedestres é intensa.

Brasília pode parecer pequena no mapa, mas sua frota de veículos registrados já passa a marca de 1,7 milhões. Isso sem contar com milhares de automóveis, motos, ônibus e caminhões de regiões goianas e mineiras que circulam pela capital ao estarem interligadas com o Distrito Federal.  

Trânsito

Devido ao aumento no fluxo de veículos ano após ano, a rotina do motorista fica mais complicada. Para quem mora distante do centro da capital, por exemplo, é necessário ter paciência, pois enfrenta o trânsito intenso nos horários de pico às 7h da manhã e à noite às 18h, mesmo sem ter nenhuma ocorrência de acidente. A situação piora quando há algum incidente grave na pista ou nos períodos chuvosos.

Trânsito em uma das principais vias de acesso ao Plano Piloto. Reprodução/Autor: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Reprodução/Autor: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Além disso, a falta de vagas nos estacionamentos públicos na capital demonstra que o Plano Piloto não consegue mais atender todos os motoristas.

Hoje, Brasília mantém uma proporção de 55 veículos para cada 100 pessoas. Mas, acredita-se que esse número aumente nos próximos anos.

Uma das preocupações do estado com relação ao trânsito do DF é a população priorizar o uso do veículo particular como meio de transporte, aumentando o fluxo nas vias da cidade. Em outro comparativo, 40% das viagens da capital são feitas de carro, contra 35% em São Paulo.

Ou seja, se a quantidade de carros nas ruas da capital crescer, no futuro, os motoristas brasilienses deverão ter a paciência e a atenção dobrada.

Mobilidade Urbana e o transporte no DF

Hoje, a mobilidade urbana no Distrito Federal não é a ideal. Por isso, torná-la padrão à nível internacional é um dos desafios para os próximos anos.

Brasília conta com um plano de mobilidade urbana variado. Algumas regiões administrativas são beneficiadas com o sistema de transporte público de ônibus que opera em uma faixa exclusiva, chamado Bus Rapid Transit (BRT), com o objetivo de reduzir o tempo do percurso por evitar os congestionamentos no trânsito. Porém existem linhas e destinos que não são contemplados por esse sistema.

Outra parcela da população têm acesso às linhas metroviárias, que ligam o Plano Piloto com mais cinco áreas da capital em poucos minutos.

Sendo o ônibus coletivo o meio de transporte mais comum do Distrito Federal, a capital possui diferentes modelos que circulam pela vias da cidade. São ônibus articulados, com a capacidade de passageiros maior do que coletivos convencionais; há modelos que são movidos à base de biodiesel e, futuramente, os ônibus elétricos estarão em circulação no DF.  

Em contrapartida, mesmo com todos esses recursos, a população da capital cresce. E a frota de transporte coletivo não têm suprido as necessidades da população. Para quem conhece e utiliza o transporte público coletivo considera que as condições atuais não são as melhores.

Hoje, cinco empresas cobrem o Distrito Federal com cerca de 833 linhas de ônibus. Entretanto, a falta de ônibus e trens, principalmente nos horários de pico (início da manhã e final da tarde), provocam a superlotação dos veículos e grande parte dos passageiros enfrentam longos períodos em pé, na ida e volta para casa, por conta do trânsito intenso nesses horários.

Em certas regiões de Brasília, onde a viagem com o trânsito normal dura em média 30 a 45 minutos, nos horários de pico chega a 1 hora e meia, ou até mais.

Ciclovias

Quem mora perto do local de trabalho, escolhe deixar o carro em casa e se locomover em duas rodas. Andar de bicicleta, além de ser um exercício, é um meio de transporte para quem quer evitar a rotina do trânsito na capital.

Brasília possui aproximadamente 420 km metros de ciclovias e ciclofaixas. A meta para 2022 é chegar em 1,2 km de ciclovias em toda a capital. Hoje, das 31 regiões administrativas, 29 possui um circuito exclusivo para bicicletas.  

Como o uso da bicicleta é um modo de sustentabilidade, o Sistema de Bicicletas Pùblicas Bike Brasília, especialmente para o Plano Piloto, dispõe para população bicicletas compartilhadas que podem ser utilizadas para se locomover pela região. Há vários pontos distribuídos no centro da capital para a retirada e devolução das bicicletas.

Conclusão

Nos últimos anos, diversas vias de Brasília foram ampliadas para receber a faixa exclusiva para ônibus e tentar desafogar o aumento do fluxo de veículos nas pistas do DF. Porém, o uso do carro particular vem crescendo e o trânsito vai se tornando cada vez mais intenso.

Por outro lado, os meios de transporte público possuem algumas falhas: veículos lotados, atrasos no cumprimento dos horários e longas viagens por conta do trânsito lento nos horários de pico.

Brasília, juntamente com São Paulo e Rio de Janeiro, estão um pouco abaixo dos padrões internacionais de transporte público dos principais centros urbanos do mundo, segundo estudo feito pelo instituto de pesquisa americano Expert Market.

Quer saber mais sobre o cotidiano da capital federal? Confira as postagens do Portal DF Imóveis. Nada melhor do que conhecer Brasília por quem vive nela.

Saiba quantas e quais são as Cidades Satélites do DF

Saiba quantas e quais são as Cidades Satélites do DF

Cidades satélites? Regiões Administrativas? Bairros? Conheça as cidades que formam o Distrito Federal.

Nos últimos anos, o termo “cidades-satélite” caiu em desuso. Hoje, o DF é constituído por Regiões Administrativas que são chamadas, também, por RAs. Elas são conhecidas assim porque cada território possui um órgão administrativo próprio, o que facilita o controle e a administração da capital federal como um todo.

Divisão das regiões administrativas do Distrito Federal.
Foto: BRASIL, Justiça eleitoral
Foto: BRASIL, Justiça eleitoral


Atualmente, o Distrito Federal possui 31 regiões administrativas que se organizam da seguinte forma:

RA I: Plano Piloto

Criação: 21 de abril de 1960

Habitantes: 210 mil

Localização: Centro

Curiosidade: O Plano Piloto é o coração de Brasília. A localidade abriga o cenário político do Brasil e é um dos principais centros comerciais da capital. Além disso, é uma região valorizada no mercado imobiliário, por conta dos seus imóveis de alto padrão.

RA II: Gama

Criação: 12 de outubro de 1960

Habitantes: 134 mil

Localização: 30 km do Plano Piloto

Curiosidade: O significado da palavra “Gama” faz referência ao Platô do Gama, onde se localizam as cabeceiras do ribeirão de mesmo nome. No mercado imobiliário de Brasília, o Gama é uma das regiões com os preços dos imóveis mais baratos.

RA III: Taguatinga

Criação: 5 de junho de 1958

Habitantes: 207 mil

Localização: 19 km do Plano Piloto

Curiosidade: A região de Taguatinga possui um dos polos comerciais mais importantes de Brasília. Além de ser uma das regiões que mais movimentam o mercado imobiliário da capital.

RA IV: Brazlândia

Criação: 5 de junho de 1933

Habitantes: 51 mil

Localização: 59 km do Plano Piloto

Curiosidade: A região de Brazlândia possui um estilo de cidade do interior. Durante a delimitação da área da nova capital brasileira, uma porcentagem da região era em terras goiana, mas tornou-se parte do Distrito Federal.

RA V: Sobradinho

Criação: 13 de maio de 1960

Habitantes: 62 mil

Localização: 22 km do Plano Piloto

Curiosidade: Assim como o Plano Piloto, Sobradinho é uma cidade planejada. O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Inácio de Lima Ferreira, em 1959. A cidade é uma das mais rentáveis no mercado imobiliário de Brasília.

RA VI: Planaltina

Criação: 19 de agosto de 1859

Habitantes: 190 mil

Localização: 39 km do Plano Piloto

Curiosidade: Planaltina é a região mais antiga de Brasília. Com uma área de 1 534,69 km². A cidade é famosa por realizar alguns dos principais eventos religiosos da capital. Recebendo milhares de pessoas todos os anos.

RA VII: Paranoá

Criação: 10 de dezembro de 1964

Habitantes: 44 mil

Localização: 25 km do Plano Piloto

Curiosidade: O Paranoá possui a Igreja de São Geraldo, considerada patrimônio histórico, localizada no Parque Ecológico Vivencial do Paranoá. A média do preço do metro quadrado na região, gira em torno de R$3.400 a R$3.600 reais.

RA VIII: Núcleo Bandeirante

Criação: 19 de dezembro de 1956

Habitantes: 23 mil

Localização: 13 km do Plano Piloto

Curiosidade: O Núcleo Bandeirante é uma das localidades mais tradicionais do DF por ter sido povoada antes da construção de Brasília. Dentro do mercado imobiliário, a região possui um dos maiores índices de imóveis alugados.

RA IX: Ceilândia

Criação: 26 de março de 1956

Habitantes: 479 mil

Localização: 26 km do Plano Piloto

Curiosidade: A região de Ceilândia é uma das áreas mais populosas do Distrito Federal. Abriga desde 2008 um dos campi da Universidade de Brasília (Unb), com os cursos na áreas de saúde. Dentro do cenário mercado imobiliário, Ceilândia foi uma das cidades com o maior crescimento em 2017.

RA X: Guará

Criação: 21 de abril de 1969

Habitantes: 133 mil

Localização: 11 km do Plano Piloto

Curiosidade: O nome da região tem origem no córrego Guará, em homenagem ao Lobo Guará. Já no mercado imobiliário, o Guará é considerado uma das regiões mais promissoras para se investir em imóveis nos próximos anos.

RA XI: Cruzeiro

Criação: 30 de novembro de 1959

Habitantes: 29 mil

Localização: 7 km do Plano Piloto

Curiosidade: A região do Cruzeiro está próxima a área verde de Brasília, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Dividida em Cruzeiro Velho e Novo, um apresenta quadras habitacionais predominante constituído por casas e o outro por apartamentos, respectivamente.

RA XII: Samambaia

Criação: 25 de outubro de 1989

Habitantes: 258 mil

Localização: 25 km do Plano Piloto

Curiosidade: A cidade de Samambaia nasceu com o intuito de abrigar o maior número de pessoas que migraram de outros estados brasileiros para a capital. Possui, atualmente, a segunda maior população de Brasília. Samambaia é uma das regiões que mais atraem investidores no setor imobiliário e consumidores.

RA XIII: Santa Maria

Criação: 10 de fevereiro de 1990

Habitantes: 125 mil

Localização: 26 km do Plano Piloto

Curiosidade: A área de Santa Maria é rica em nascentes, rios e quedas d’águas, mesmo com o seu desenvolvimento urbano. Dentro da média do metro quadrado da capital, Santa Maria tem um dos mais baratos.

RA XIV: São Sebastião

Criação: 25 de junho de 1993

Habitantes: 99 mil

Localização: 26 km do Plano Piloto

Curiosidade: A origem do nome é de homenagem a um dos primeiros comerciantes locais na época, conhecido como “Seu Sebastião”. Com uma área de 383,71 km², São Sebastião teve um aumento entre 2015 e 2017 no número de imóveis disponíveis para compra e aluguel.

RA XV: Recanto das Emas

Criação: 28 de julho de 1993

Habitantes: 146 mil

Localização: 26 km do Plano Piloto

Curiosidade: Na entrada da cidade há o Monumento das Emas, marco da cidade. Próxima de Taguatinga e Samambaia, a região chama atenção de seus imóveis com baixo custo,

RA XVI: Lago Sul

Criação: 10 de janeiro de 1964

Habitantes: 28 mil

Localização: 8 km do Plano Piloto

Curiosidade: A área é considerada uma das mais nobres da capital. O local possui os famosos pontos de lazer: a Ermida Dom Bosco e o Jardim Botânico. No mercado imobiliário de Brasília, a região possui os imóveis mais valorizados.

RA XVII: Riacho Fundo

Criação: 13 de março de 1990

Habitantes: 40 mil

Localização: 18 km do Plano Piloto

Curiosidade: Com uma grande contribuição ecológica, a cidade possui nascentes, córregos, incluindo o próprio córrego Riacho Fundo, que inspirou o nome da cidade. De acordo com o mercado imobiliário da região, nos últimos anos os índices do setor de imóveis se manteve estável.

RA XVIII: Lago Norte

Criação: 1 de janeiro de 1964

Habitantes: 36 mil

Localização: 8 km do Plano Piloto

Curiosidade: Sua localização está próximo às margens norte do Lago Paranoá, por isso a denominação como Lago Norte. Sendo uma das regiões nobres, os valores dos imóveis podem variar entre R$500 mil e R$2 milhões de reais.

RA XIX: Candangolândia

Criação: 27 de janeiro de 1956

Habitantes: 15 mil

Localização: 11 km do Plano Piloto

Curiosidade: A origem da cidade deu-se pela moradia dos trabalhadores que participaram da construção da nova capital em 1960. Sendo uma típica cidade Dormitório em Brasília, a movimentação do mercado imobiliário da região é crescente.

RA XX: Águas Claras

Criação: 8 de abril de 1992

Habitantes: 138 mil

Localização: 20 km do Plano Piloto

Curiosidade: É uma das mais jovens áreas da capital. Região predominantemente constituída por apartamentos, é uma das localidades que chamam mais atenção dos consumidores que preferem esse tipo de residência.

RA XXI: Riacho Fundo II

Criação: 6 de maio de 1994

Habitantes: 39 mil

Localização: 18 km do Plano Piloto

Curiosidade: Antes o que era um imenso vazio, hoje é uma grande cidade que está próxima ao Recanto das Emas. De acordo com o mercado imobiliário da região, nos últimos anos os índices do setor de imóveis se manteve estável.

RA XXII: Sudoeste/Octogonal

Criação: 6 de maio de 1994

Habitantes: 52 mil

Localização: Próxima ao Plano Piloto

Curiosidade: A região do Sudoeste/Octogonal são reconhecidas pelo alto padrão de suas quadras residenciais e apartamentos, sendo uma das áreas com os preços mais elevados dos imóveis da capital.

RA XXIII: Varjão

Criação: 6 de maio de 1989

Habitantes: 8 mil

Localização: 11 km do Plano Piloto

Curiosidade: As primeiras famílias habitantes do Varjão tinham o foco nas atividades agrícolas, com o crescimento dos grupos familiares a região foi oficializada anos mais tarde. A RA conta, predominantemente, com residências horizontais (casas).

RA XXIV: Park Way

Criação: 29 de dezembro de 1961

Habitantes: 19 mil

Localização: 12 km do Plano Piloto

Curiosidade: Conhecida, também, como Setor de Mansões Park Way por abrigar casarões do mais elevado padrão da capital. As negociações de maior valor são desta área de Brasília.

RA XXV: SCIA

Criação: (sem data precisa) janeiro de 2004

Habitantes: 38 mil

Localização: (sem dado)

Curiosidade: O SCIA (Setor Complementar de Indústria e Abastecimento) possui a principal atividade comercial do DF onde abriga a Cidade do Automóvel.

RA XXVI: Sobradinho II

Criação: 27 de janeiro de 2004

Habitantes: 100 mil

Localização: 18 km do Plano Piloto

Curiosidade: Com o desenvolvimento da região e por ser próxima de Sobradinho, a nova área ganhou o nome de Sobradinho II. A cidade é uma das mais rentáveis no mercado imobiliário de Brasília.

RA XXVII: Jardim Botânico

Criação: 31 de agosto de 2004

Habitantes: 26 mil

Localização: 15 km do Plano Piloto

Curiosidade: É uma das áreas mais ricas em espaço verde da capital. Hoje, são 23 condomínios horizontais que oferecem conforto e qualidade de vida elevado aos moradores. Os condomínios sofisticados do local elevam o preços dos imóveis da região.

RA XXVIII: Itapoã

Criação: 3 de janeiro de 2005

Habitantes: 67 mil

Localização: 15 km do Plano Piloto

Curiosidade: Itapoã foi criada por meio da Lei nº 3.527. Com apenas 13 anos de existências, a região é uma das novidades no mercado imobiliário.

RA XXIX: SIA

Criação: 1 de agosto de 2005

Habitantes: 2 mil

Localização: (sem dado)

Curiosidade: SIA é a abreviação de Setor de Indústria e Abastecimento, tanto comercial quanto de serviços, com mais de cinco mil empresas instaladas na localidade.

RA XXX: Vicente Pires

Criação: 26 de maio de 2008

Habitantes: 72 mil

Localização: 13 km do Plano Piloto

Curiosidade: Anteriormente a área de Vicente Pires pertencia à unidade administrativa de Taguatinga, mas, por causa do seu desenvolvimento tornou-se uma região independente. Por ter se desmembrado de Taguatinga, o mercado imobiliário cresceu, apontando expectativas positivas nos próximos anos.

RA XXXI: Fercal

Criação: 11 de setembro de 1956

Habitantes: 8 mil

Localização: 24 km do Plano Piloto

Curiosidade: A pequena área está localizada entre Sobradinho e Sobradinho II. É uma das regiões mais simples, tendo o seu movimento no mercado imobiliário baixo.

Morar em Samambaia é bom?

Saiba como é morar na Samambaia e conheça mais sobre a região.

O local onde, atualmente, fica a Samambaia, 12º Região Administrativa do Distrito Federal, surgiu a partir das diretrizes do Plano Estrutural de Organização Territorial (PEOT), que estabeleceu a ampliação das áreas urbanas por conta do crescimento populacional acelerado do DF.

Assim, em 1988, 3.381 casas foram construídas e financiadas pelo Banco Nacional, destinadas a famílias de baixa renda. Além do mais, entre 1989 e 1992, a região foi ocupada por um grande contingente populacional, consequente do grande fluxo migratório na época.

Com isso, o Governo do Distrito Federal (GDF) integrou essa população sob o “Sistema de Concessão de Uso” em lotes ainda semi urbanizados.

Dessa forma, em 25 de outubro de 1989, através da Lei nº 49/89, foi criada a RA XII – Samambaia. O nome, ainda, tem relação com o córrego que corta a região, onde é possível a planta “samambaia” em abundância.

Além do mais, o fluxo migratório na Samambaia foi intenso por conta do boom imobiliário, decorrente da construção das estações de metrô. Empreendimentos com condomínios e áreas de lazer completas, como o “Show de Morar” (Brookfield), em 2010, tornaram a região um destaque para o mercado.

O que você irá ver neste Texto


Caracterização da População Urbana

Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio (PDAD), a Samambaia possui 254.439 habitantes. Do total, 51,13% são mulheres, e 48,87% são homens. Já a faixa etária predominante é de 25 a 39 anos de idade (30,07%).

Em relação ao estado civil, 57,51% dos moradores da Samambaia são casados ou estão em uma união estável. Os solteiros representam 33,16% da população. Em seguida, os divorciados e separados somam 5,92%.


Migração

Mesmo com o grande fluxo migratório, o número de imigrantes é menor do que o de nascidos na Samambaia, porém expressivo: 48,18%. E os principais estados de origem são Minas Gerais (14,31%), Piauí (12,80%) e Bahia (12,80%).

Já o principal motivo da mudança, assim como em outras RA’s, foi acompanhar parentes (53,37%). Seguidos pelos que chegaram na região à procura de trabalho, na qual somam 23,28%.


Características dos Domicílios

Existem 68.565 domicílios urbanos na Samambaia, e a média de moradores por domicílios representa 3,71. Deste número, são 61.217 casas e 6.658 apartamentos. No Portal DF Imóveis, você pode encontrar 962 imóveis para venda e 144 para alugar na Samambaia.


Tempo de Moradia

O número de moradores que residem na região entre 15 e 24 anos é predominante, e soma 31,49% da população. Outro grupo significativo é o dos que moram na região há 25 anos ou mais (20,60%). Além disso, 55,58% dos habitantes vieram de outra RA.


Instrução e Trabalho

O índice de instrução da região é baixo. A taxa de alfabetização chega aos 97,26%, mas a maior parte da população possui Ensino Fundamental Incompleto (35,08%).

O grupo dos moradores que não estudam representa 68,94%. Entretanto, 25,05% estudam em escola pública, e 5,80% em instituição privada.

Em relação ao trabalho, 49,89% possuem atividade remunerada. Enquanto isso, 3,63% não possuem atividade remunerada e 9,76% dos habitantes são aposentados. Os dois principais setores de atividade são o comércio (31,55%) e serviços gerais (29,70%).


Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda familiar média da população da Samambaia é de R$ 3.368,49. Já a renda per capita chega aos R$ 914,61.


Educação

A RA XVII conta com 9 Centros de Ensino Fundamental, 2 Centros de Ensino Médio, 2 Centros Educacionais, 21 Escolas Classes e 2 Centros de Educação Infantil.


Transporte

O principal meio de transporte é o ônibus (46,86%), seguido pelo automóvel (24,47%). A região possui três estações de metrô – Furnas, Samambaia Sul e Terminal Samambaia, na qual 8,06% dos moradores utilizam como meio transporte para o trabalho. Além disso, a samambaia também conta com 78 linhas de ônibus.


Saúde

Para atender a população, a RA conta com o Hospital Regional da Samambaia, 4 Centros de Saúde, 4 Clínicas da Família, 1 Unidade de Pronto Atendimento (UPA), 2 Centros de Atenção Psicossocial e 3 Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Além disso, uma Policlínica da rede pública está em construção para atender a região administrativa.


Segurança

A região administrativa possui 2 Delegacias da Polícia Civil e 1 Batalhão da Polícia Militar.


Cultura e Lazer

Em novembro, foi inaugurado o Complexo Cultural de Samambaia. O espaço conta com um cine/teatro, espaço para a biblioteca de artes, 5 salas de oficinas e um galpão multiuso.

O local faz parte das ações coordenadas pelo “Lugar de Cultura”, programa criado pela Secretaria de Cultura, através da Lei Orgânica da Cultura (LOC).

A programação do complexo reúne atividades de capoeira, aulas de violão, ballet, pintura e várias outras atividades – todos os horários estão disponíveis no site da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

Além do mais, está presente na região o conhecido Estádio Joaquim Domingos Roriz, também conhecido como Rorizão.

Em 2013, o local foi interditado pela Defesa Civil do Distrito Federal. E, após 4 anos, o estádio foi reaberto com a partida entre Samambaia e Botafogo-DF, na qual o time de Samambaia ganhou a partida.

Referências: