59 anos de Brasília

Considerada nova ainda, a capital mostra todas as suas transformações desde a construção até hoje.

No último domingo (21/04), Brasília completou 59 anos de idade. E mesmo que pareça nova, a capital já mostra suas velhas e novas tradições, e como tudo se reinventa com o passar dos anos – seja no comércio, na cultura local e até mesmo no comportamento dos moradores.

Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Raimundos, e por aí vai… todos iniciaram aqui, em nosso quadrado, mas não para por aí. Dona Cislene, Scalene, Banda Lupa e várias outras bandas formam o atual cenário da música brasiliense.

Isso também acontece com as artes plásticas, seja no Instagram ou nos muros, o trabalho de grandes artistas da atualidade surgiram e ganharam espaço em Brasília.

Os grafiteiros Toys e Omik, por exemplo, são dois publicitários que apostaram na arte urbana para se inserirem no mercado, e deu muito certo! Hoje, além dos trabalhos na capital, os artistas também possuem trabalhos na França, Alemanha e Portugal, por exemplo.

Não importa se o assunto é sobre arte, gastronomia ou arquitetura, Brasília tem os melhores exemplos. A cidade carrega a essência do sonho de Dom Bosco, e mostra que a transformação sempre a acompanha.

Estes são alguns dos diversos exemplos que temos orgulho de mostrar. Esta é a nossa capital. Esta é Brasília, com 59 anos. Parabéns!

Morar no Itapoã é bom?

Saiba como é morar no Itapoã e conheça mais sobre a região.

Por meio da Lei nº 698/2003, foi criada a 28º Região Administrativa do Distrito Federal, o Itapoã. Em 03 de janeiro de 2005, a criação da região foi oficializada.

O local surgiu no final dos anos 90, mas em 2001, a chegada de famílias vindas de outros Estados e do Paranoá marcou o momento também. Com a expectativa de regularização estimulou o crescimento do núcleo.

A região se localiza entre o Paranoá e Sobradinho – que era detentora de grande parte das terras onde o Itapoã se encontra atualmente.

O que você irá ver neste Texto

  • Caracterização da População Urbana
  • Migração
  • Tempo de Moradia
  • Instrução e Trabalho
  • Renda Familiar e Renda Per Capita
  • Características dos Domicílios
  • Educação
  • Transporte
  • Saúde
  • Cultura e Lazer

Caracterização da População Urbana

O Itapoã possui cerca de 68.587 habitantes, de acordo com a pesquisa divulgada em 2015 pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (CODEPLAN). Com isso, 52,04% são mulheres e 47,96% são homens.

A faixa etária de destaque na região é de 25 a 39 anos, com 23,12%. Atrás, estão os habitantes de 40 a 59 anos, que somam 21,60% da população.

Migração

O grande fluxo migratório durante a construção de Brasília traz como resultado os 49,84% de imigrantes que moram na RA. O estado mais representativo na região é o Maranhão.

Dentre os motivos da mudança, 49,41% dos imigrantes vieram acompanhar parentes. Já 39,14% chegou à procura de trabalho.

Tempo de Moradia

A maioria da população reside no Itapoã entre 10 e 14 anos (31,70%). Por ser uma região nova, 55,39% da população morou anteriormente em outra região administrativa.

Instrução e Trabalho

É uma região com o índice de instrução baixo. Os que possuem ensino fundamental incompleto representam 46,39%. Em seguida, os que têm ensino médio completo resultam em 16,21% da população.

A maioria da população não frequenta instituições de ensino (68,57%). Os que ainda estudam somam 31,43%, sendo que 28,40% dos estudantes estão matriculados em escolas públicas, enquanto 3,03 estudam em escolas particulares.

Além disso, 48,26% exerce alguma atividade remunerada. Já o restante está dividido entre aposentados, estudantes e desempregados (38,63).

Enquanto isso, no quesito ocupação do público da região, tem-se destaque nos setores de Comércio (31,65%), Serviços Gerais (20,76%) e Serviços Domésticos (10,38%).

Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda domiciliar média da população do Itapoã é de R$ 2.571,79. Já a renda per capita chega aos R$ 702,38.

Características dos Domicílios

Visto que a população do Itapoã é de 68.587 habitantes e atualmente há 17.936 domicílios urbanos, a média de moradores por moradia é de 3,82 pessoas.  A RA possui 72 apartamentos e 17.720 casas.

Educação

A estrutura educacional pública é composta por 1 Centro de Ensino Fundamental e 2 Escolas Classes, entre elas, a EC nº 01, que é destaque no ensino da região por conta de sua parceria com a comunidade local.

Transporte

O ônibus coletivo é o principal meio de transporte no setor, 59,01% da população utiliza-o. Já os moradores que utilizam o automóvel – segundo meio mais utilizado, representam 23,00%.

O Itapoã não possui estações de metrô. Mas a RA conta com 23 linhas de ônibus para atender os moradores.

Saúde

A região conta com 3 Unidades Básicas de Saúde e 1 Centro de Atenção Psicossocial.

Cultura e Lazer

Como citado acima, a Escola Classe nº 01 do Itapoã se destaca por sua parceira com os moradores e comerciantes da região. Por meio de doações e parcerias, a escola oferece aos alunos uma boa estrutura e diversas atividades extracurriculares.

O Projeto Golfinho, por exemplo, em parceria com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), oferece aulas de natação para os alunos. Essas e outras atividades são coordenadas pela escola e apoiadas por toda a comunidade local.

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Referências:

Passo a passo: como montar um jardim vertical com treliça

Uma ótima opção para apartamentos, espaços pequenos, ou até mesmo uma forma de decorar seu lar, são os jardins verticais. E como vou prendê-lo na parede? Claro que pensamos nisso, e a solução é: com uma treliça.

Quer saber mais? O Portal DF Imóveis traz, em 8 passos, todas as instruções para você fazer um jardim vertical com treliça. Confira

Confira os 8 passos para montar seu jardim vertical:

Materiais

Você vai precisar de:

  • Treliça extensível e fixa. Disponível em vários tamanhos, materiais e formatos;
  • Vasos de parede ou convencionais. Disponíveis em diversos materiais;
  • Jardineiras;
  • Itens de fixação. Você pode optar pelos fixos (abraçadeiras de nylon ou arames PVC multiuso 25mm) ou removíveis  (ganchos de aço);
  • Parafusos longos e buchas galvanizadas;
  • Terra (ou mistura de terra orgânica e vegetal);
  • Argila expandida (sacos de 2 ou 4 kg);
  • Manta de drenagem;
  • Adubo NPK 10.10.10;
  • Mudas, sementes ou plantas.

Ferramentas

  • Nível;
  • Trena;
  • Furadeira;
  • Broca (de acordo com a superfície a furar);
  • Chave de fenda;
  • Parafusadeira;
  • Martelo e prego;
  • Luvas.

Antes de começar

Defina onde o jardim vertical vai ficar. Então, escolha um local bem iluminado e ventilado, com sol direto em pelo menos parte do dia.

Veja se a parede está acabada e impermeabilizada.

Mãos à obra!

  1. Marque e fure a treliça. Os locais que serão furados devem ficar nas extremidades e no meio da treliça para suportar o peso.
People renovating the house concept

2. Marque e fure a parede. Posicione a treliça e passe as furações para a parede. Veja se estão niveladas e fure nos pontos marcados. Em seguida, coloque as buchas. Peça ajuda para uma pessoa.

3. Fixe a treliça. Posicione-a na parede, sobrepondo as furações de ambas. Use uma parafusadeira ou chave de fenda. Por fim, não esqueça de deixar um folga de alguns mm entre a parede e a treliça com o auxílio de um espaçador de parafuso.

4. Fure os vasos. Caso eles não venham furados, faça o furo com um prego e um martelo (ou furadeira). Passe um gancho (ou abraçadeira ou arame) no furo e veja se está bem preso. Para jardineiras, faça vários furos, se for necessário.

5. Monte os vasos. Coloque as camadas no vaso na seguinte ordem: manta, argila, manta e terra (pode misturar com adubo).

Mudas: acomode-as no vaso e complete com terra;

Sementes: pressione o dedo na terra fazendo buracos com a profundidade indicada na embalagem. Coloque até 2  sementes por buraco;

Plantas germinadas: apenas transfira para o vaso.

6. Prenda os vasos na treliça. Primeiro passe o item de fixação escolhido pelo furo do vaso feito no passo 4. No caso de gancho, encaixe-o na treliça. No caso de abraçadeira, passe-a pela treliça, puxe e corte. No caso de arame, passe-o pela treliça, puxe e torça.

7. Regue de acordo com a necessidade da planta.

8. Finalize. Não se esqueça de utilizar adubo e de replantar, trocando terra do vaso quando as plantas começarem a exibir mau aspecto.

Pronto! Você tem um jardim vertical em sua parede.

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Morar no Riacho Fundo II é bom?

Saiba como é morar no Riacho Fundo II e conheça mais sobre a região.

Por meio da Lei nº 620, foi criada a 21º Região Administrativa do Distrito Federal, o Riacho Fundo II. E com o Decreto nº 15.514/94, a área que pertencia ao Núcleo Bandeirante foi separada e se tornou a RA XXI.

A região surgiu com a iniciativa do Governo do Distrito Federal, em 1990, com o programa de assentamento habitacional para erradicar as invasões da Vila Telebrasília e de outros locais.

Já o nome Riacho Fundo II originou-se da granja de mesmo nome, que fica à margem do Ribeirão Riacho Fundo II.

A área urbana da Região Administrativa do Riacho Fundo II hoje está dividida no antigo bairro transferido da Telebrasília (atual QN 01) e formada também pelas Quadras Sul (QS); Quadras Norte (QN); Área Central (AC) e Setor de Oficina e Pequenas Indústrias (QOF).

O que você irá ver neste Texto

  • Caracterização da População Urbana
  • Migração
  • Tempo de Moradia
  • Instrução e Trabalho
  • Renda Familiar e Renda Per Capita
  • Características dos Domicílios
  • Educação
  • Transporte
  • Saúde
  • Cultura e Lazer

Caracterização da População Urbana

A região tem 51.709 habitantes, segundo a pesquisa realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (CODEPLAN).

Com isso, 51,92% da população são mulheres e 48,08% são homens. Já em relação à idade, o grupo que possui entre 40 e 59 anos é maioria, com 26,50%.

Os moradores que estão casados ou em uma união estável representam 49,88%, seguidos pelos solteiros (41,40%).

Migração

Segundo o levantamento, 48,08% da população é constituída por imigrantes. Assim, o estado mais representativo é Minas Gerais.

Além do mais, o principal motivo da mudança foi acompanhar parentes (56,84%), seguido pelos que vieram para o DF à procura de trabalho (32,04%).

Tempo de Moradia

Devido à idade da região, que completa 25 anos em 2019, o tempo de moradia da maioria dos habitantes é de 15 a 24 anos (32,68%). Além disso, 73,26% da população morou anteriormente em outra RA.

Instrução e Trabalho

É uma região com índice de instrução baixo. A taxa de alfabetização chega aos 98,08%. Os que possuem Ensino Fundamental incompleto representam 38,36%.

A maioria da população não estuda (71,34%). Os que ainda estudam somam 28,66% do público dentro das escolas de ensino público e privado da região.

Além disso, 48,06% exerce alguma atividade remunerada. Já o restante está dividido entre aposentados, estudantes e desempregados.

A Região Administrativa possui uma taxa de desemprego de 5,47%. Enquanto isso, no quesito ocupação do público da região, tem-se destaque nos setores de Serviços Gerais (27,10%) e Comércio (24,62%).

Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda domiciliar média da população do Riacho Fundo II é de R$ 3.101,00. Já a renda per capita chega aos R$ 930,37.

Características dos Domicílios

Com 51.709 habitantes e 15.032 domicílios urbanos, a média de moradores por domicílio na região é de 3,44.  

A RA possui 391 apartamentos e 14.371 casas. Dentre os domicílios da região, o Portal DF Imóveis possui 39 imóveis para venda e 5 para aluguel.

Educação

A estrutura educacional pública é composta pelas seguintes instituições, que abrangem todos os níveis do ensino regular, ou seja, desde o maternal até o ensino médio:

  • 2 Centros de Ensino Fundamental
  • 5 Escolas Classes
  • 1 Centro Educacional
  • 1 Centro de Educação Infantil

Transporte

O ônibus coletivo é o principal meio de transporte da população, 52,56% o utiliza. Já o automóvel – segundo meio mais utilizado, representa 27,66%.

O Riacho Fundo II não possui estações de metrô. Mas a RA conta com 31 linhas de ônibus que atendem os moradores.

Saúde

5 Unidades Básicas de Saúde no Riacho Fundo II para atender os moradores da região.

Cultura e Lazer

Presente na RA, a Associação de Cultura e Arte do Riacho Fundo II (Acarf) promove ações de arte e cultura, com eventos, artistas da região e diversas atividades. Além da associação, diversos projetos socioculturais acontecem na região todos os anos.

Gostou do Riacho Fundo II? Encontre seu imóvel através do Portal DF Imóveis.

Referências:

Passo a passo: como fazer compostagem

A dica de hoje é para quem ama cuidar de plantas ou hortas. Seja em casa ou apartamento, há diversas formas de manter seu jardim. E, para isso, é importante saber como cuidar e mantê-lo saudável.

Com isso, o Portal DF Imóveis apresenta, com 8 passos, como você pode fazer a compostagem em casa. O adubo caseiro não possui químicos e é rico em nutrientes, além de aproveitar o lixo orgânico caseiro.

Confira os 8 passos para fazer sua compostagem:

Materiais

Você vai precisar de:

  • Resíduos vegetais: restos de grama cortada, folhas, ervas e ramagens mortas. Esses materiais devem estar secos.
  • Resíduos alimentares: cascas e caroços de frutas, restos de legumes e verduras não temperados, casca de ovo, borra de café e iogurte.

Atenção!

-Não use restos de comida já temperados ou alimentos industrializados;

– Evite frutas muito ácidas;

– Evite material orgânico que não seja vegetal.

Ferramentas

  • Composteira;
  • Triturador;
  • Regador;
  • Luvas;
  • Pá quadrada;
  • Forcado;
  • Óculos de proteção (opcional).

Antes de começar

Defina onde vai ficar a composteira. Escolha um espaço que fique debaixo de uma sombra, protegido de ventos fortes e onde a água da chuva possa escorrer adequadamente.

Separe os materiais que irão na composteira. Separe um recipiente com tampa para você guardar o lixo orgânico. Em seguida, separe todo o material e deixe secar.

Mãos à obra!

  1. Triture as ervas, folhas mortas e ramagens que foram separadas. Para isso, você vai precisar de um triturador, que vai diminuir o volume do material em até 40%.
  2. Coloque a 1º camada seca. Forre o fundo da composteira com uma camada com cerca de 10 a 15 cm de folhas, galhos ou palhas. Por fim, regue para deixar a camada umedecida.
  3. Acrescente o material orgânico com aproximadamente de 10 a 15 cm, para deixar a quantidade de material seco e os restos de alimentos equilibradas. Umedeça com um regador.
  4. Coloque terra. Mais ou menos uma camada sem compactá-la e regue para umedecer.
  5. Alterne as camadas. Primeiro uma de material orgânico, depois com terra, cada uma com aproximadamente de 10 a 15 cm. Por fim, regue as camadas.
  6. Finalize as camadas. Use terra na última camada para cobrir todo o material orgânico abaixo. A camada deve terminar com 10 a 15 cm antes da tampa da composteira. Deixe o recipiente tampado para não atrair insetos.
  7. Regue e mexa de 3 em 3 semanas. Depois de regar, revire o composto com um forcado para arejá-lo, reduzir o volume e acelerar a decomposição. O material terá alta temperatura e você verá “bichinhos” nele.
  8. Utilize o composto. Depois de 3 a 4 meses, o material fica marrom escuro. Assim, ele está pronto para o uso quando o mau cheiro terminar e tiver “cheiro de terra”, com aparência homogênea e temperatura ambiente.

Por fim, misture-o à terra das plantas ou da sua horta. Pronto!

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Morar no Paranoá é bom?

Saiba como é morar no Paranoá e conheça mais sobre a região.

Por meio da Lei nº 4.545, foi criada a 7º Região Administrativa do Distrito Federal, o Paranoá. Porém, apenas em 25 de outubro de 1989, por meio do Decreto nº 11.921, foram fixados os novos limites e a transferência do registro para a área definitiva da RA.

A região originou-se do acampamento dos pioneiros que trabalharam na construção da Barragem do Lago Paranoá nos anos 50, chamada Vila Paranoá. Depois de finalizar a obra, os pioneiros continuaram no local, e outros imigrantes ocuparam a área próxima à antiga vila, de forma desordenada.

O que você irá ver neste Texto


Caracterização da População Urbana

O Paranoá possui cerca de 48.020 habitantes, de acordo com a pesquisa divulgada em 2015 pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (CODEPLAN). Dentro disso, 52,76% são mulheres e 47,24% são homens.

A faixa etária de destaque na região é de 25 a 39 anos (25,64%). Atrás, estão os habitantes de 40 a 59 anos, que somam 21,42% da população.

Já em relação ao estado civil, a maior parte da população é casada ou está em união estável (46,38%). Logo após, estão os solteiros, que correspondem a 32,74%.


Migração

O grande fluxo migratório durante a construção de Brasília traz como resultado os 47,77% de imigrantes que moram na RA. O estado mais representativo na região é Bahia.

Dentre os motivos da mudança, 54,79% dos imigrantes vieram acompanhar parentes. Já 34,51% chegou à procura de trabalho.


Tempo de Moradia

Por ser uma região antiga da capital, a maioria da população reside há 25 anos ou mais no Paranoá (38,27%). Dentro da população da RA, 22,80% morou anteriormente em outra região administrativa.


Instrução e Trabalho

É uma região com o índice de instrução baixo. Além disso, a taxa de alfabetização é de 95,97%.

Os que possuem ensino fundamental incompleto representam 42,44%. Em seguida, os que têm ensino médio completo resultam em 18,23% da população.

A maioria da população não frequenta instituições de ensino (70,09%). Os que ainda estudam somam 30,21% do público dentro das escolas de ensino público e privado da região.

Além disso, 49,27% exerce alguma atividade remunerada. Já o restante está dividido entre aposentados, estudantes e desempregados.

A Região Administrativa possui uma taxa de desemprego de 2,24%. Enquanto isso, no quesito ocupação do público da região, tem-se destaque nos setores de Comércio (38,23%), Serviços Gerais (16,57%) e Serviços Domésticos (10,05%).


Renda Familiar e Renda Per Capita

A renda domiciliar média da população do Paranoá é de R$ 2.691,78. Já a renda per capita chega aos R$ 866,48.


Características dos Domicílios

Visto que a população do Paranoá é de 48.020 habitantes e atualmente há 13.349 domicílios urbanos, a média de moradores por moradia é de 3,6 pessoas.  

A RA possui 1.589 apartamentos e 11.385 casas. Dentre os domicílios da região, o Portal DF Imóveis possui 18 imóveis para venda e 1 para alugar.


Educação

A estrutura educacional pública é composta pelas seguintes instituições, que abrangem todos os níveis do ensino regular, ou seja, desde o maternal até o ensino médio:

  • 1 Centros de Ensino Fundamental
  • 2 Escolas Classes

Transporte

O ônibus coletivo é o principal meio de transporte no setor, 55,67% da população o utiliza. Já os moradores que utilizam o automóvel – segundo meio mais utilizado, representam 23,23%.

O Paranoá não possui estações de metrô. Mas a RA conta com 54 linhas de ônibus que atendem os moradores.


Segurança

Entre os departamentos de segurança pública, estão a 6º Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, o 20º Batalhão de Polícia Militar, além do 10º Grupamento de Bombeiro Militar.


Saúde

Além do Hospital Regional do Paranoá, a região conta também com 8 Unidades Básicas de Saúde e 1 Centro de Atenção Psicossocial.


Cultura e Lazer

Em 2015, Januário Jr. gravou o curta-metragem “A vida tem dessas coisas” no Paranoá. O diretor, também residente da RA, quis mostrar as coisas belas e humanas do local, diferentes da coisas negativas que apresentam sobre a região.

O Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (Cedep) também está presente na região e atua em ações socioculturais como aulas de inglês, inclusão digital, oficina de mosaico e dança afro, por exemplo.

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Referências:

Assimetria, leveza e liberdade: os vitrais de Marianne Peretti

Conheça a trajetória da artista em Brasília.

Marianne Peretti foi a única mulher na equipe de Oscar Niemeyer durante a construção de Brasília. A franco-pernambucana é a vitralista mais importante do Brasil.

Marie Anne Antoinette Hélène Peretti, conhecida como Marianne Peretti, nasceu em Paris no dia 13 de dezembro de 1927. Filha de pernambucano, a artista plástica, hoje, com 91 anos, vive no estado natal de seu pai.

Marianne cresceu e estudou em Paris. Ainda jovem, foi expulsa do Lycée Molière e do Lycée Victor Duruy por fugir da escola para pintar. Aos 15 anos, Peretti estudou desenho e pintura na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs. Mais tarde, mudou-se para Montparnasse, onde foi aluna de Édouard Goerg, pintor francês do movimento expressionista, e do pintor François Desnoyer, na Académie de La Grand Chaumière.

A primeira obra de sua carreira foi o vitral da Escola de Eletricidade de Paris. Com 29 anos de idade, a artista veio morar no Brasil. E, aqui, deixou sua marca em diversos lugares, como Pernambuco, Ceará e Bahia. Participou também da 5º Bienal em São Paulo, na qual ganhou o prêmio de melhor capa pelo livro “As Palavras”, do filósofo francês Jean-Paul Sartre.

Peretti realizou exposições individuais e coletivas em Paris, São Paulo, Olinda e Rio de Janeiro. E, com a construção de Brasília em 1960, foi convidada por Oscar Niemeyer para integrar a equipe, sendo a única mulher presente.

Em Brasília, Marianne Peretti fez esculturas e vitrais bastante conhecidos em edifícios públicos. Assim, a artista se tornou a vitralista mais importante do país. Suas obras fazem parte dos principais cartões-postais da capital. E, na capital, os trabalhos podem ser encontradas em diversos locais.

O documentário “Uma Mulher e uma Cidade”, dirigido por André Farkatt, Camerino Neto e Tactiana Braga, foi produzido para homenagear os 90 anos da artista. “Uma forma singular de ver Brasília, pelo universo que une o concreto e a leveza”, segundo a Câmara Legislativa, que fez a homenagem junto ao Governo do Estado de Pernambuco, a Assembléia Legislativa de Pernambuco e a B52 Cultural para o aniversário de Marianne Peretti.

Veja a lista abaixo com alguns dos trabalhos da artista:

CATEDRAL DE BRASÍLIA

Segundo Véronique David, pesquisadora especializada em vitrais, o trabalho de Peretti na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida é uma obra prima da arte vitral do século XX. A Catedral foi inaugurada em 31 de maio de 1970 e, ainda, fez do arquiteto Oscar Niemeyer ganhador do prêmio Pritzker, em 1988 – considerado premiação máxima da arquitetura.

TEATRO NACIONAL CLÁUDIO SANTORO

Logo na entrada do Teatro Nacional, o pássaro de bronze representa, assim como em toda a sua trajetória, a liberdade. E mesmo com seus 800 kg, Peretti transmite toda a leveza com seus traços na escultura.   

PALÁCIO DO JABURU

A residência oficial do vice-presidente da República recebeu a 1º obra feita por Marianne Peretti em Brasília. Na sala de estar, o painel escultural vitral apresenta as características marcantes da artistas – traços e relevos, que trazem movimento e leveza às composições.

Além disso, a sobreposição de várias camadas de vidro surpreendem até mesmo a artista, que fala sobre a “escultura transparente” no documentário “Uma Mulher e uma Cidade”.

SENADO FEDERAL

A obra “Alumbramento”, termo que significa “o engano da mente” ou “o sopro criador”, da mesma maneira que seus outros trabalhos, transmite os anseios pela liberdade. Até 1992, o painel ocupava o foyer do auditório Petrônio Portella. Depois, foi desmontado. Por fim, em novembro de 2016, a obra foi restaurada e instalada no Salão Nobre do Senado.

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

A fachada do Superior Tribunal de Justiça também tem a assinatura da artista – assim como a Mão de Deus, escultura presente no plenário do Tribunal. No caso da fachada, a artista não utilizou vitrais, e sim, colunas.

Bem como o pássaro de bronze, as colunas do STJ trazem suavidade. O concreto que traz à mente rigidez, colunas pesadas e distâncias milimetricamente iguais, são construídos por Peretti com assimetria, carregando movimento às colunas.

No livro “A Ousadia da Invenção”, a artista descreve: “É uma poesia. Aqui o traço é livre. O vidro que adotamos está integrado às colunas da fachada, fazendo o jogo do claro e escuro. De dia, entra a luminosidade através deles; e, à noite, eles ficam escuros, e o concreto é que fica iluminado pela luz da parte interna, em contraposição ao efeito que a obra confere na parte externa. Uma obra que muda com o passar do dia, sempre conferindo leveza e elegância, tanto no ambiente interno como externamente”.

Assim, chegando no plenário do tribunal, a Mão de Deus mostra toda a sua grandiosidade. A escultura possui 6,80 metros de altura e feita com ferro pintado de branco e vitral alemão azul. Na obra, é possível ver a Mão Divina aberta, o olho vigilante e formas de pássaro – e quantas outras imagens o espectador puder enxergar.

A artista comenta sobre a inspiração: “Vem de cima, só pode ser isso. Pura inspiração, iluminação”. Assim como o projeto do STJ, as criações de Peretti e outros artistas vieram da imediatez durante a construção da capital, sendo a última meta (ou meta-síntese) do Plano de Juscelino Kubitschek: 50 anos em 5.

“Era tudo de repente e tudo muito rápido, porque a cidade estava sendo inventada e tínhamos de nos adaptar a esse ritmo, de fazer o melhor em pouco tempo”. – Marianne Peretti

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Morar em Brazlândia é bom?

Saiba como é morar em Brazlândia e conheça mais sobre a região.

Por meio da Lei nº 4.545, de 10 de dezembro de 1964, foi criada a 4º Região Administrativa do Distrito Federal, Brazlândia. A região integrava o município goiano de Luziânia e, durante a construção de Brasília, foi desmembrado para se inserir no quadrilátero demarcado para a nova capital.

O nome da RA está associado à localização do povoado, próximo à fazenda da família Braz, nas margens da antiga Rodovia Goiânia-Planaltina. Além disso, a represa do Rio Descoberto e a formação do Lago Descoberto, presentes na região, são responsáveis, atualmente, pelo abastecimento de mais de 60% da água de todo o DF.

A área é dividida em Setor Tradicional, onde se originou a cidade, Setores Norte e Sul, Vila São José e Bairro Veredas. Na região, encontram-se também os Núcleos Alexandre Gusmão, Dois Irmãos, Engenho Queimado, Desterro, Chapadinha e Barreiro.

O que você irá ver neste Texto


Caracterização da População Urbana

Brazlândia possui cerca de 52.287 habitantes, de acordo com a pesquisa divulgada em 2015 pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (CODEPLAN). Dentro disso, 52,76% são mulheres e 47,24% são homens.

A faixa etária de destaque na região é de 25 a 39 anos (22,52%). Atrás, estão os habitantes de 40 a 59 anos, que somam 25,97% do público.

Já em relação ao estado civil, a maior parte da população é casada ou está em união estável (50,47%). Logo após, estão os solteiros, que correspondem a 37,90%.


Migração

Diferente de outras regiões do DF, o estado mais representativo em Brazlândia é o Goiás. Dentre os habitantes, 45,92% são imigrantes.

Dentre os motivos da mudança, 58,47% do imigrantes vieram acompanhar parentes. Já 17,35% chegou à procura de trabalho, seguido dos que chegaram na região por conta da aquisição de moradia (1,37%).


Tempo de Moradia

Por ser uma região antiga da capital, a maioria da população reside há 25 anos ou mais em Brazlândia (42,53%). Dentro da população da RA também, 23,34% morou anteriormente em outra RA.


Instrução e Trabalho

É uma região com o índice de instrução baixo. Além disso, a taxa de alfabetização é de 96,30%.

Os que possuem ensino fundamental incompleto representam 36,51%. Em seguida, os que têm ensino médio completo resultam em 20,58% da população.

A maioria da população não estuda (70,20%). Os que ainda estudam somam 29,80% do público dentro das escolas de ensino público e privado da região.

Além disso, 47,86% exerce alguma atividade remunerada. Já o restante está dividido entre aposentados, estudantes e desempregados – um total de 33,51%.

A Região Administrativa possui uma taxa de desemprego de 5,95%. Enquanto isso, no quesito ocupação do público da região o comércio se destaca com 27,48%. Em seguida, os serviços gerais se destacam com 25,23%.


Características dos Domicílios

Visto que a população da RA é de 52.287 habitantes e atualmente há quase 15.515 domicílios urbanos, a média de moradores por moradia é de 3,37 pessoas.


Renda familiar e renda per capita

A renda domiciliar média da população de Brazlândia é de R$ 3.238,79. Já a renda per capita chega aos R$ 983,13.


Educação

A estrutura educacional pública é composta pelas seguintes instituições, que abrangem todos os níveis do ensino regular, ou seja, desde o maternal até o ensino médio:

  • 1 Jardim de Infância
  • 2 Centros de Educação Infantil
  • 4 Centros de Ensino Fundamental
  • 2 Centros de Ensino Médio
  • 4 Centros Educacionais
  • 14 Escolas Classes
  • 1 Centro Interescolar de Línguas
  • 1 Escola Parque
  • 1 Centro de Ensino Especial
  • 4 Centros de Educação da Primeira Infância

Transporte

O ônibus é o meio de transporte mais utilizado na região, 45,50% da população utiliza-o. Já os moradores que utilizam automóvel – segundo meio mais utilizado, representam 23,42%.

A RA IV não possui estações de metrô. Mas a RA conta com 36 linhas de ônibus que atendem os moradores.


Segurança

Entre os departamentos de segurança pública, estão o 11º Departamento de Polícia Civil, além do 6º Grupamento de Bombeiro Militar.


Saúde

Está presente na região o Hospital Regional de Brazlândia. Além disso, A RA possui 8 Unidades Básicas de Saúde.


Cultura e lazer

Foto: Santuário Menino Jesus

Brazlândia ainda tem seu perfil rural. As pessoas costumam ir à igreja , uma das principais é ponto turístico da região, o Santuário Menino Jesus. E se encontrar nas praças da região também é comum. No entanto, a RA também reúne alguns outros centros culturais, como:

  • Polo de  Arte e Cultura de Brazlândia;
  • Biblioteca Pública de Brazlândia

Além disso, a popular Festa do Morango, atrai visitantes de todos os lugares para a região. O evento acontece todos os anos com diversas atrações para toda a família.

Gostou de Brazlândia? Encontre seu imóvel através do Portal DF Imóveis.

Referências:

Passo a passo: como tratar água de piscina sem cloro

O cloro é o principal material para tratar a água das piscinas. No entanto, reações alérgicas, ressecamento da pele e dos cabelos e, ainda, a irritação dos olhos são bastante comuns ao tomar banhos de piscina.

Para isso, o Portal DF Imóveis fez um passo a passo para tratar sua piscina sem cloro. Assim, você terá uma ótima opção para proteger sua família e o meio ambiente. Veja a seguir o passo a passo e tudo o que você vai precisar para tratar a água da sua piscina.

Confira os 8 passos para tratar sua piscina sem cloro:

Materiais

Você vai precisar de:

  • Aqualid Test;
  • Aqualid limpa-bordas;
  • Aqualid super choque;
  • Aqualid sanitizante para remover bactérias e algas (50 ml para cada 1.000 litros de água;
  • Aqualid elevador e redutor de AT;
  • Aqualid Algicida

Ferramentas

  • Aspirador de piscina;
  • Rodo de escova;
  • Esponja;
  • Luvas;
  • Cabo telescópico;
  • Mangueira;
  • Peneira.

Antes de começar

Calcule o volume da sua piscina para saber a quantidade de materiais que você vai usar. Veja seguir como calcular:

IMPORTANTE: confira se o cloro foi totalmente eliminado da água.

  • Acione o filtro no modo “Filtrar”;
  • Ajuste a alcalinidade total (AT) e o pH, se necessário;
  • Adicione Aqualid Super Choque e filtre por 8 horas. Lave a areia do filtro;
  • Adicione Aqualid Sanitizante e filtre por 8 horas.

Mãos à obra!

  1. Limpe a piscina. Limpe ao redor da piscina. Com rodo de escova, limpe a sujeira das bordas. Aplique o Aqualid Limpa-bordas com uma esponja. Enxágue usando a água da piscina. Por fim, para retirar as sujeiras maiores, utilize a peneira ou o skimmer.
  2. Filtre a água. Faça a filtragem da água durante o dia, de 4 a 8 horas continuamente. O tempo ideal depende da vazão/ potência da bomba.
  3. Aspire o fundo para retirar as sujeiras sólidas, aspire o fundo da piscina pelo menos 1 vez por semana.
  4. Meça o pH, a AT e o sanitizante com o Aqualid Test. Meça a AT (alcalinidade total), o pH e o sanitizante da água. Mergulhe a ponta da fita na água pelo tempo determinado pelo fabricante. Retire e compare as cores de acordo com a embalagem.
  5. Corrija a AT e o pH. O teor ideal de AT é entre 80 e 120 ppm. Se estiver abaixo, adicione Aqualid Elevador de AT. Assim sendo, se estiver acima, adicione Aqualid Redutor de AT. O teor ideal de pH é entre 7,2 e 7,6. Se estiver abaixo, adicione Aqualid Elevador de pH. Se estiver acima, utilize o Aqualid Redutor de pH.
  6. Adicione Aqualid Sanitizante. Semanalmente, adicione 50 ml de Aqualid Sanitizante para cada 1.000 litros de água. O teor deste produto deve ser entre 15 e 50 ppm.
  7. Adicione Aqualid Algicida. Para eliminar algas e a turbidez da água, adicione semanalmente 7 ml de Aqualid Algicida, para cada 1.000 litros de água.

Gostou da dica? Acesse o nosso portal e encontre seu lar.