“Estamos convictos disso”, diz Bruno Ávila sobre melhora no cenário do mercado imobiliário em 2019

Após anos de recessão econômica e baixo estoque na construção civil, o mercado mostra estar preparado para se recuperar.

O mercado imobiliário é um termômetro para a economia e a qualidade de vida da população. Através dele, é possível avaliar a situação política, econômica e social do Brasil e, assim, decidir pela maneira mais segura de investir no momento. Crise econômica, inflação e mudança de governo, afinal, o que esperar do mercado imobiliário para 2019?

A relação entre a economia do país e o mercado imobiliário é direta, mesmo com temporalidades diferentes. Assim, o economista e especialista em investimentos, David Mendes, ressalta a importância de alguns índices econômicos para analisar o mercado: “Se temos um cenário mais animador da economia brasileira – como baixos índices de inflação, queda do desemprego e juros baixos, existirão boas possibilidades do mercado imobiliário ser reaquecido”.

Além disso, Fernando Crestana, diretor de fundos de renda imobiliária do BTG Pactual, fala sobre a inércia na qual o mercado imobiliário se insere. Dessa forma, mesmo com a relação direta entre economia e mercado imobiliário, é possível notar a diferença temporal entre as áreas. “Essa inércia do mercado acaba sendo positiva – dependendo do momento, ou um pouco mais negativa para a empresa, sempre variando conforme a recuperação ou a piora do ambiente econômico”, diz Crestana.

Dessa forma, Bruno Ávila, atual presidente da Net Imóveis, afirma que o ciclo de vendas que teve velocidade reduzida nos últimos anos, voltará a funcionar em um curto prazo de tempo, “Provavelmente, vamos experimentar ciclos de vendas mais curtos, maior liquidez e, consequentemente, maior valorização”, conta Bruno Ávila.

Mesmo com o aumento em 2018, a inflação caiu e se manteve abaixo dos 4% em dezembro. Com isso, a expectativa do mercado é de aumento na venda de imóveis e, consequentemente, maiores investimentos no setor. Ávila conta sobre a expectativa dos empresários para o próximo ano: “Estamos convictos disso, tanto que aumentamos nossa estrutura, nossa equipe e nossos investimentos para suportar o crescimento que projetamos”.

Segundo a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), o baixo estoque é um sinal que demonstra o reaquecimento do setor. Com isso, em fevereiro de 2019, as empresas irão disponibilizar mais produtos aos clientes.

Ademais, Crestana comenta sobre o pico de vacância entre 2015 e 2016  que, diante dos anos 1993 e 2003, por exemplo, ainda teve uma taxa maior durante a última recessão econômica. “Então, o mercado imobiliário, na sua dinâmica atual, acabou de bater uma grande taxa de vacância elevada, que já está regredindo. Nós já estamos acompanhando essa taxa de vacância, que chegou aos 25%, e agora está próxima de 22%”, conta Fernando.

O diretor fala também sobre as expectativas para o mercado entre 2014 e 2016, que não se concretizaram: “Um dos motivos foi que outras companhias tiveram um grande otimismo com o que aconteceria na economia nesse período, e havia muita euforia no mercado brasileiro”. E observa Crestana, “Pelo contrário, nós tivemos uma recessão econômica muito forte durante dois anos, foram quase 8% negativo do PIB, e a consequência disso foi uma grande entrega de estoque corporativo sem a devida demanda”.

Além do mais, Ávila afirma que os imóveis sempre foram uma boa opção para os investimentos. No entanto, o ciclo de vendas que havia reduzido a velocidade nos últimos anos, voltará a funcionar em um curto prazo de tempo, “Provavelmente, vamos experimentar ciclos de vendas mais curtos, maior liquidez e, consequentemente, valorizações”, conta Bruno Ávila.

Já o presidente da Rede Brasília de Imóveis, Leonardo Vasconcelos, fala sobre o último semestre de 2018, que mostrou crescimento e gera expectativa para o próximo ano. “Já estamos sentindo essa retomada do mercado no segundo semestre de 2018. Os últimos 4 meses foram meses muitos fortes, tanto na venda como na locação de imóveis”, diz Vasconcelos. “Estamos convictos disso, tanto que aumentamos nossa estrutura, nossa equipe e nossos investimentos para suportar o crescimento que projetamos”, acrescenta Ávila.

Com isso, o ciclo de venda retoma aos poucos sua velocidade e o mercado imobiliário se reaquece novamente, segundo Ávila: “Provavelmente, experimentaremos ciclos de vendas mais curtos, maior liquidez e, consequentemente, valorizações”, e Vasconcelos ressalta, “A tendência é que o mercado comece a recuperar essa perda, não numa velocidade como aconteceu anteriormente, mas com certeza irá retomar”.

O visível crescimento do mercado se deu com o aumento da busca por imóveis novamente, além da confiança de compradores e investidores para voltarem a investir mais no setor. Assim, segundo Leonardo, o momento é ideal também para as pessoas começarem a pensar, e decidirem, em se mudar e investir em suas casas, “Quem estava esperando o momento certo para fazer o movimento de mudança com certeza se mexerá agora ou nos próximos meses”, conta Vasconcelos.

Além disso, a confiança de compradores e investidores no mercado foi um fator relevante para seu crescimento. Segundo a Ademi-DF, a alta no mês de novembro foi de 40%, em relação ao mês de maio, no Índice de Velocidade de Vendas de imóveis novos no Distrito Federal, sendo um dos motivos para o aumento da confiança no mercado.

Outra forma de alcançar a confiança dos investidores para 2019 é a aprovação da Lei do Distrato, pela Câmara dos Deputados neste mês. A lei garante a cobrança de multa após a desistência da compra de um imóvel e, ainda, o valor pago à empresa responsável será de até 50% do valor do imóvel, segundo uma de suas emendas. Atualmente, o valor varia entre 15 e 20% do valor da compra.

Vasconcelos explica a importância da lei para as empresas, que foram bastante prejudicadas anteriormente por conta do acúmulo de distratos: “Isso trará segurança jurídica para os compradores, incorporadoras e construtoras, que foram extremamente prejudicadas nos últimos anos com o acúmulo dos distratos e a necessidade de honrar com os compromissos assumidos”.

Assim, com as mudanças na política brasileira e analisando a trajetória da economia brasileira até 2018, pode-se esperar para o próximo ano um reaquecimento da economia e, consequentemente, do mercado imobiliário. Para isso, dentro de temporalidades diferentes, porém diretamente relacionados, a expectativa é de saldo positivo para economia brasileira, de forma que o mercado imobiliário consiga diminuir seu tempo no ciclo de vendas.

Para conhecer mais sobre o mercado imobiliário em Brasília, acesse o Portal DF Imóveis.

Entre curvas: André Alf fala sobre carreira e influências da arquitetura em Brasília

Se a reta é o caminho mais curto entre dois pontos, a curva é o que faz o concreto buscar o infinito”. – Oscar Niemeyer

Para falar mais sobre a arquitetura de Brasília, o blog do Portal DF Imóveis traz a série de reportagens: “Entre curvas”, com os principais arquitetos da cidade.

Arquiteto radicado em Brasília, André Alf chegou em 1989 e atua há 28 anos na capital com seus projetos. Formou-se pela Universidade de Brasília em Arquitetura e Urbanismo, e se especializou em Design de Interiores. No entanto, Alf escolheu a arquitetura depois de 4 anos cursando Direito.

Sempre em contato com a arte, o arquiteto sentia em suas expressões o toque do design desde a infância. Aos 17 anos, começou a ajudar um amigo (também arquiteto) a fazer vitrines de lojas. Depois disso, enquanto cursava direito, André se aproximou mais ainda do ramo ao namorar uma estudante de arquitetura.

Dentre as influências da época, esteve o arquiteto estadunidense Frank Lloyd Wright. E, atualmente, as viagens de André são sua principal fonte de inspiração.

Depois de formado, André trabalhou em um escritório no Lago Sul. Mais tarde, abriu seu primeiro escritório de arquitetura em Brasília, com mais duas sócias, o Quadra 3 Arquitetura.

Ao concluir sua pós graduação, Alf se voltou para a arquitetura hospitalar, e se interessou pela área, principalmente, por englobar todas as outras áreas da arquitetura.

E, hoje, com a Alf Arquitetura, André se destaca em todo o país e no exterior. Com isso, além de projetos de arquitetura hospitalar, o arquiteto trabalha com arquitetura residencial, comercial, design de interiores.

Referências do arquiteto

Em entrevista para o Portal DF Imóveis, André Alf fala sobre suas influências da arquitetura. Além disso, ele conta como Brasília se mantém referência nas construções arquitetônicas até hoje. “Vejo minhas referências com a modernidade de Brasília. Acredito que vários aspectos dão emoção aos projetos”, conta o arquiteto. “Acho que a cidade mantém bem suas referências. Acredito que a inovação nada fere ou atrapalha o tombamento da cidade”, acrescenta Alf.

Frank Lloyd defendia a singularidade de cada projeto, de acordo com o lugar. Dessa forma, André Alf conta também que, além de tornar o projeto compatível com o local, é preciso conhecer o cliente para atender as demandas: “Busco entender sua história de vida e, a partir dela, encontro a melhor forma de atender suas expectativas”.


Brasília possui bairros?

Nem municípios, bairros ou cidades-satélite. Brasília possui uma organização singular dos seus territórios.

Quando se trata da divisão territorial, o Brasil possui 26 estados e o Distrito Federal. Essa denominação indica que o DF é uma entidade federativa com um sistema diferente das demais. Para quem não conhece Brasília, desconhece a característica que o Distrito Federal é formado por Regiões Administrativas.  

Brasília é regida por uma Lei Orgânica, parecida com a de municípios, mas, com independência maior. A capital, como um todo, é administrada por um governador igual a outros estados, entretanto, as regiões administrativas não possuem autoridade própria internamente. Assim, elas são comandadas por gestores subordinados ao Governo do Distrito Federal (GDF).

Em 1998, um decreto proibiu o uso da expressão “cidades-satélite” em documentos oficiais, por ser considerado um termo pejorativo. Com o passar dos anos, essa denominação também deixou de ser usada pela população.

Endereçamento

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considera Brasília como um município, e as 30 RAs como setores habitacionais, com exceção do Plano Piloto.

Leia também: Qual a população do Distrito Federal?

Com tantas dúvidas da população, os Correios publicaram um comunicado ensinando os brasilienses a preencherem endereços, cartas e formulários.

Dessa forma, foi explicado que cada região administrativa seria vista como um bairro. Já no campo “Cidade”, deve-se escrever sempre Brasília. Enquanto isso, o Distrito Federal fica no espaço reservado ao estado, ou unidade federativa.

Contudo, caso a região administrativa tenha uma divisão interna, essa será considerada como o bairro e deve ser seguido pelo nome da RA, entre parênteses (como no caso de Sobradinho 1 e 2, por exemplo).

Essas medidas foram tomadas para evitar erros no endereçamento de correspondências e formulários. Inclusive, a empresa alerta que o mais importante é ter o CEP correto, para prevenir transtornos futuros.

Entenda mais sobre Brasília. Aprenda com quem sabe e vive aqui. Acesse o nosso Portal DF Imóveis.

Dê um toque de elegância com 3 dicas de decoração para o fim de ano

Selecionamos algumas dicas de decoração para você se inspirar

As festas de fim de ano estão próximas. Contudo, mesmo mantendo a tradição, sempre buscamos novas formas de decorar e presentear as pessoas e, ainda, gastando pouco.

No entanto, na hora de encontrar dicas sobre o famoso DIY (Do It Yourself) – que em português significa “Faça você mesmo”, podemos passar horas e horas em busca de algo que dê um toque de elegância em sua casa.

Assim, o blog do Portal DF Imóveis reuniu algumas dicas do site Design Sponge para presentes e decorações que podem ajudar a renovar a sua decoração para o Natal e Ano Novo. E com produtos que, em sua maioria, podem ser encontrados até mesmo em papelarias.

  1. Embalagem para presentes

A primeira dica é para a embalagem de presentes. Portanto, você vai precisar de 1 rolo de papelão,plantas artificias 1 rolo de palha sintética. Com apenas estes 3 itens em mãos, basta embrulhar o presente com o papelão e amarrar a palha sintética e, por fim, prender as flores junto ao laço.

2. Enfeites natalinos

Já para renovar a decoração da sua árvore de Natal, você pode usar pompons, fitas com glitter e de cetim. Dessa forma, a ideia inicial é usar galhos (ou palitos) para fazer plantas artificiais para a árvore, como mostra a imagem abaixo. No entanto, use as fitas e as cores de sua preferência para dar o toque final à decoração.

3. Crie estampas!

Por último, que tal criar estampas na hora de decorar? A dica serve desde um tecido liso até aquela parede que precisa de mais cor. A estampa minimalista e contemporânea, feita apenas com barbante enrolado em um rolo pequeno, é super fácil de fazer.

Porém, ao invés de pintar a parede como de costume, pressione o barbante no espaço e faça uma sequência uniforme. Marcar os espaços com um lápis, por exemplo, pode te ajudar a delimitar o espaço da estampa.

Gostou das dicas? Então aproveite e conheça o Portal DF Imóveis para escolher seu imóvel e decorá-lo da melhor forma.

Qual a população do Distrito Federal?

Qual é a população do DF?

Em 2017 o número da população brasiliense ultrapassou a marca de 3 milhões. Entretanto, depois de 1 ano, registrou-se uma queda de 2,1%. Entenda o porquê dessa redução populacional e saiba os atuais balanços dos habitantes de Brasília em 2018.

Índices de 2017

No segundo semestre de 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a quantidade da população da capital chegou a 3.039.444 residentes. Percentual de 18,2% a mais do que a última estimativa, em 2010, que foi de 2.570.160 habitantes.

Porém, entre 2016 e 2017 a taxa de crescimento da população foi avaliada em 0,77%, número menor comparado aos dos últimos dois anos. De acordo com o IBGE, 1.378 municípios apontaram quedas nas taxas populacionais.

Brasília e Entorno

Para analisar a performance populacional do Distrito Federal é necessário se conhecer sobre seus limites geográficos. Por isso, vale ressaltar que Brasília participa da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) junto com cidades goianas e mineiras que estão próximas ao DF. Todas essas localizações são conhecidas como áreas do entorno da capital federal, onde a soma populacional dessas áreas totalizam 4,4 milhões de habitantes.

Índices de 2018

Algumas mudanças influenciaram na queda de 64.761 moradores da capital e fizeram o número de habitantes ficar abaixo da marca de 3 milhões, registrado em 2017. Veja algumas delas:

Imagem com sequência de números aleatória.

Delimitação de área

Um dos índices de redução populacional foi o restabelecimento da divisa entre o Distrito Federal e o estado de Goiás, em 2017. Com essa reintegração de limites, as pesquisas populacionais tiveram que desconsiderar quase 3 mil residentes do território brasiliense.

Taxa de fecundidade

Nos últimos anos, houve quedas na taxa de fecundidade na capital federal (1,6% de filhos por mulher). Em 2012, por exemplo, o percentual de crianças entre 0 a 13 anos alcançaram 20%. Mas em 2018, o mesmo índice perdeu força, chegando a 17%.

Outras questões sobre o Distrito Federal

  1. Migração

Além disso, um fator que colabora na perda populacional em Brasília é o saldo migratório. Por mais que tenha registrado saldo positivo, é possível enxergar uma diminuição desse índice. Ou seja, ainda há mais pessoas entrando do que deixando a região da capital federal, porém o saldo tem sido menor.

      2. Registro de óbitos

Por fim, foi constatado que há o número cada vez maior de registros de óbitos dentro do DF. Ainda que a expectativa de vida entre os moradores tenha aumentado (passou a alcançar 73 anos para os homens e 80 anos para as mulheres), o registro de óbitos na população cresceu cerca de 3,4%.

Conclusão

Apesar de um menor índice de crescimento populacional, Brasília ainda possui aproximadamente 2.974.703 habitantes atualmente. Esse número torna a capital o terceiro município mais populoso do território brasileiro, perdendo apenas para São Paulo e Rio de Janeiro.

Leia também: como é chamado quem mora em Brasília.

Informações, curiosidades e tudo mais sobre Brasília e mercado imobiliário você encontra no nosso Portal DF Imóveis.

Morar na Asa Norte é bom?

Asa Norte - Mariordo (Mario Roberto Duran Ortiz)
Saiba como é morar na Asa Norte e conheça mais sobre a região

Morar na Asa Norte é estar em um pedaço do coração de Brasília. O sentido do nome é simples: Asa Norte porque denomina a área norte do Plano Piloto, região central da capital federal.

Assim, ao caminhar pelas quadras, é possível ver o projeto de Lúcio Costa materializado em cada metro da cidade – a harmonização entre cidade urbana e espaço verde.

A localidade abriga os principais órgãos e instituições que movimentam toda a capital. Além de ter uma das principais universidades do Brasil, a Universidade de Brasília (Unb).

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Como avaliar um imóvel?

Como avaliar um imóvel

Quando você pensar em vender uma casa ou apartamento, muitas dúvidas logo surgirão na sua cabeça. A primeira delas é: “quanto vale o meu imóvel?”. Seguida por várias outras, por exemplo: “como definir o valor de venda?”, “como avaliar um imóvel?” e “o valor que quero é um preço justo?”.

Com isso, surgem dúvidas na hora de vender ou alugar uma propriedade. Por essa razão, o Portal DF Imóveis trouxe algumas observações antes de avaliar seu imóvel.

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5 dicas valiosas em como captar e vender imóveis

A captação de imóveis é uma das atividades mais importantes na sua rotina de corretor. É nesse momento que você constrói o portfólio de vendas, com todos os bens disponíveis para negociação. É primordial fazer uma carteira de imóveis forte, com propriedades em ótimas condições, variedade de tipos e estilos, além de bons preços.

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